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Conheça as 4 micoses de verão mais comuns e previna-se!


Durante as altas temperaturas, os fungos se proliferam com mais facilidade. Para se prevenir, confira o post e saiba quais são as micoses de verão mais comuns!

Todo brasileiro já está acostumado a conviver com as temperaturas elevadas. Afinal, o país é considerado tropical, uma vez que apresenta, na maioria das vezes, um clima quente e úmido. Embora algumas pessoas passem o ano esperando pelos dias de sol, infelizmente, essa temporada favorece o surgimento das temidas micoses de verão.

Tais complicações de pele são causadas por fungos e podem aparecer em variadas partes do corpo, como no couro cabeludo, nas unhas e em toda extensão da derme. No verão, a incidência desse problema é ainda maior, uma vez que as micoses se proliferam com mais facilidade em ambientes úmidos e abafados.

Por isso, e para que você evite a situação, criamos esse artigo com os principais tipos de micose e como preveni-las durante as altas temporadas. Acompanhe a leitura e descubra!

  1. Tinea: uma das micoses de verão mais comuns

A tinea é um tipo de micose superficial que atinge a pele, unha e cabelos.
Em geral, o indivíduo desenvolve o problema a partir do contato de pele com outra pessoa que esteja com esse fungo.

Existem também, situações em que o contágio se dá através da troca de roupas, toalhas ou sapatos de quem já apresenta a tinea. Identificá-la é fácil: essa micose apresenta formas arredondadas e vermelhas. Por vezes, possui escamas e coça bastante, o que acaba causando um grande incômodo.

Para tratá-la, o ideal é procurar um dermatologista, que pode prescrever o uso de medicações tópicos com ação antifúngica. Nos quadros mais severos, também é preciso administrar remédios por via oral.

  1. Tinea capitis

Essa é uma das micoses de verão mais incômodas e temidas pela população: a tinea capitis. A princípio, algumas pessoas podem ter dificuldade para identificar o problema pelo seu nome, mas a doença é, nada mais, do que uma micose no couro cabeludo ou em qualquer outra região que possua pelos.

Assim como as outras versões, esta também causa bastante coceira e faz com que a pele ganhe um aspecto avermelhado na área em que foi afetada. Quando o paciente demora muito tempo para procurar ajuda médica, o quadro pode se agravar e causar a queda dos pelos.

Para reverter o cenário, o tratamento deverá ser feito com a aplicação de xampus e a ingestão de medicamentos antifúngicos.

  1. Frieira: comum em clubes e piscinas

Boa parte da população já ouviu falar sobre a frieira ou pé-de-atleta. Esse tipo de micose se prolifera em espaços extremamente úmidos, como os vestiários de academias ou ao redor de piscinas.

Além de contaminar os indivíduos que frequentam os ambientes públicos, esse fungo atinge as pessoas que usam sapatos fechados por um longo período ou que não secam bem os pés após tomar banho.

O problema é um dos mais incômodos: ele surge entre os dedos dos pés e faz com que a área fique muito vulnerável, podendo apresentar ardência, coceiras incessantes ou fissuras. A frieira geralmente é combatida com antifúngicos tópicos, aplicados diretamente nas feridas.

Vale lembrar que, ao andar descalço em banheiros ou piscinas públicas, você também corre o risco de contrair a onicomicose, ou micose de unha. A infecção deixa a unha com deformações, espessura grossa e amarelada. Para prevenir, mantenha as unhas cortadas, limpas e com as bordas arredondadas. Melhor evitar!

  1. Pitiríase versicolor: a famosa micose de praia

Conhecida como pano branco, a pitiríase versicolor é a tão temida micose de praia. Causada pelo fungo Malassezia furfur, essa doença é capaz de impedir a produção de melanina, alterando assim, a pigmentação da pele. Como resultado, a região afetada começa a formar manchas brancas e que interferem diretamente na autoestima do paciente.

Essas marcas são comuns em regiões que ficam mais expostas ao sol, como é o caso dos ombros e costas. Além disso, esse tipo de micose contribui para o surgimento de descamações e coceira de nível moderado.

A forma mais eficaz de acabar com a doença, é aplicando cremes ou loções compostas por antifúngicos. Nos quadros mais severos, o médico ainda costuma receitar comprimidos.

Após o tratamento, algumas pessoas continuam com a pele manchada. Esse efeito é normal, já que a derme precisa de um certo tempo até voltar a produzir a pigmentação.

Ajuda médica

Independente do tipo de micose contraída, evite recorrer aos medicamentos caseiros que, muitas vezes, não são eficazes e contribuem para o agravamento dos sintomas. O ideal, é que um médico faça o acompanhamento e indique o tratamento adequado para a cura da doença.

Após a leitura, você conseguiu entender o que são as micoses de verão e como tratá-las? Siga as nossas dicas e as suas férias serão ainda mais tranquilas e saudáveis! Para tirar dúvidas ou encontrar um dermatologista de confiança, entre em contato conosco. Será um prazer atendê-la!

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