Clínica Dermatológica SkinLaser - Responsável Técnica: Dra. Silva Kaminsky - CRM-SP 68968 / RQE 38901

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Queda de cabelo em mulheres

Pode causar espanto, mas os dermatologistas garantem que a calvície feminina é um problema comum. O transtorno tem as causas mais diversas. Entre as mais comuns estão as mudanças hormonais, a genética e distúrbios como a anemia e o hipotireoidismo. Cerca de 30% das mulheres com 50 anos têm algum grau de calvície. É preciso ficar atento aos sinais, já que a queda de cabelo no sexo feminino costuma ser diferente da no masculino.

São raras as mulheres que ficam completamente carecas. O que acontece é um afinamento progressivo, geralmente a partir dos 30 anos.

Queda de Cabelo

As mulheres devem ficar atentas a alguns sinais especiais, já que, todo dia, as pessoas perdem cerca de 100 fios. Essa perda só preocupa se os fios começam a se acumular no ralo da pia ou do chuveiro, na escova, nas roupas ou no travesseiro. Quando todo o cabelo fica mais ralo, caem tufos ou há um afinamento onde os fios são repartidos, é hora de procurar um médico. Os tratamentos respondem melhor quando a calvície está em fase inicial e vai variar de acordo com o tipo de queda. Para um diagnóstico completo, os médicos costumam recomendar exames clínicos e laboratoriais, como o tricograma (análise dos fios). Em alguns casos, é necessário fazer a biópsia do couro cabeludo.

Um dos tipos mais comuns de queda de cabelo é o eflúvio telógeno, caracterizado pela diminuição dos fios em toda a cabeça. A queda pode ser aguda ou crônica e geralmente é causada por febres altas, dengue, anemias (causadas por menstruações intensas ou deficiências nutricionais), dietas radicais, medicamentos e no pós-parto.

Outra causa comum é a alopecia androgenética – a calvície hereditária – que chega a atingir uma em cada cinco mulheres, de acordo com a Academia Americana de Dermatologia, nos Estados Unidos. Nesses casos, os fios da linha da testa são preservados e a mulher não ganha ‘entradas’, mas o cabelo da parte de trás e no alto da cabeça vai ficando mais ralo. A predisposição genética é que vai determinar o grau de queda, mas o excesso de hormônios masculinos, muitas vezes elevados por problemas no ovário ou nas glândulas suprarrenal e hipófise, pode contribuir para o seu agravamento.

Foi o que aconteceu com a organizadora de eventos Julia Andrade, de 29 anos, que passou quase um ano lutando contra a rarefação dos fios. A culpa era da síndrome dos ovários policísticos, que causou alterações significativas em sua taxa de testosterona.

- Primeiro meus fios ficaram absurdamente oleosos e depois começaram a cair. Só que a queda foi lenta e demorei a perceber o problema. Achei que era por causa do excesso de secador, tintura e chapinha. Também fiz besteira porque passei meses tentando resolver o problema com cabeleireiros. Só quando comecei a tomar anticoncepcionais é que os fios voltaram ao normal.

- Em geral, esses procedimentos provocam a quebra do cabelo, mas quase nunca vão provocar a queda. Mas a tração continuada de alguns processos, como os alisamentos e os penteados afros, podem provocar a pedra definitiva dos fios.

Tratamento com boa taxa de sucesso

Muitos tratamentos usados para combater a calvície masculina não podem ser feitos por mulheres, já que eles agem diretamente nos hormônios. Dependendo do caso, medicamentos por via oral ou tópica que antagonizem a ação dos hormônios masculinos.

- Os resultados são variáveis. Em geral, conseguimos a diminuição, a estabilização ou mesmo a reversão parcial do processo. Na calvície, os resultados demoram no mínimo seis meses para serem observados e o tratamento é para sempre.

Além dos medicamentos combinados, nutracêuticos herbais, que também podem ter ação nos hormônios que estimulam a queda. Já mudar a dieta, se a queda não for de origem nutricional, provavelmente não vai ajudar em nada.

Fonte: O Globo

Saiba o que é mito e o que é verdade quando o assunto é psoríase

Manchas avermelhadas e descamativas que vêm e voltam podem indicar a doença. Mas cuidado: nem tudo o que encontramos na internet sobre psoríase procede. Tire suas dúvidas a respeito do que é falso e do que é real.

Psoríase

Dúvidas ainda rondam o diagnóstico e o tratamento da psoríase. Realmente, diagnosticar esta doença não é simples – isto precisa ser feito pelo dermatologista. Às vezes, as manchas aparecem e desaparecem por conta própria. É comum também que elas se manifestem de maneira diferente na pele de cada pacientes. Por isso, não é raro que pacientes visitem diversos médicos até que se confirme: é psoríase.

Sem causa conhecida, sabe-se que a doença está relacionada com uma possível disfunção no sistema imunológico que faz com que as células-T, as de defesa do organismo, ataquem as células da pele, que se multiplicam desordenadamente. Crônica, a psoríase ocorre em ciclos. Além de ser genética, e hereditária, e acredita-se que as crises sejam desencadeadas por fatores externos como frio e estresse.

- Psoríase é contagiosa? MITO
Não é contagiosa. Algumas pessoas podem apresentar propensão genética para desenvolver a doença, porém não é possível transmiti-la para outra pessoa por contato.

- Clima frio pode agravar os sintomas? VERDADE
Clima frio e seco pode ser prejudicial para a pele de qualquer pessoa. Mas para quem tem psoríase, é ainda mais importante manter a pele hidratada, prevenindo que ela venha a fica seca. EctoPURE® é um creme calmante sem corticoides, livre de parabenos e fragrâncias e que promove a regeneração e a hidratação da pele.

- Estresse pode desencadear uma crise? VERDADE
Os sintomas da doença aparecem e desaparecem, mas alguns fatores pode atuar como gatilhos. O estresse é um deles. Outros fatores que ajudam a desencadear crises são cortes, arranhões, tomar muito sol, gripes e alguns medicamentos.

- Os banhos são ruins para quem tem psoríase? MITO
Banhos não desencadeiam crises e não fazem mal ao portador, porém é preciso atenção: os banhos não devem ser muito quentes, nem durar muito tempo, já que a água quente pode ressecar a pele. Também é muito importante hidratar a pele após o banho.

Psoríase pode afetar unhas? VERDADE
Cerca de metade das pessoas com a doença percebem mudanças também nas unhas, que mudam em cor e espessura. Para proteger as unhas, vale usar luvas impermeáveis (preferencialmente sem pó ou talco) quando fizer alguma atividade com produto de limpeza, por exemplo.

Se você não apresentar a doença até os 40, então você está livre dela? MITO
A doença pode aparecer em qualquer idade. A maior parte das pessoas apresenta os sintomas entre 15 e 30 anos. E a maior incidência é em pessoas até 40 anos, mas isso não significa que a doença não possa ser desencadeada mais tarde. Há incidência de psoríase em pessoas com mais de 50 e 60 anos também.

Caso você apresente um dos sintomas acima, agende sua avaliação na SkinLaser

Sophia Alckmin faz post sobre Vitiligo

Sophia Alckmin, filha do governador Geraldo Alckmin, postou essa semana em seu instagram um desabafo sobre vitiligo, doença de pele que causa despigmentação da pele. Sophia revelou que foi diagnosticada com a condição há cerca de dois anos, época da morte de seu irmão “Minhas manchinhas“, mostrou em clique no Instagram.

“Minhas manchinhas
Eu tenho vitiligo, descobri (ou apareceu) uns 2 anos atrás, depois da morte do meu irmão Thomaz. Não existe tratamento com eficácia comprovada nem cura (ainda!). No começo fiz algumas sessões de laser para tentar recuperar a coloração da pele mas achei que não estava dando resultado e parei, resolvi aceitá-las. Hoje tenho nas mãos, pés e ao redor dos olhos.
Acho que como no stories minhas mãos aparecem mais, é por lá que chegam mais perguntas: se era queimadura, vitiligo, se eu fazia algum tipo de tratamento… no fundo todo mundo quando descobre alguma doença quer conversar com outras pessoas que também a tenha. Quando eu descobri não conhecia mais ninguém que tivesse. Mas de verdade, hoje não me incomoda mais, tanto que nem penso nisso. Graças a Deus não afeta em nada a minha vida, poderia, no máximo, afetar a minha vaidade se eu permitisse. Enfim, tenho vitiligo e não me envergonho disso.”

SkinLaser apresenta novo e rápido tratamento para flacidez

Radiofrequência Nanofracionada

O tratamento por radiofrequência nanofracionada confere ainda mais firmeza, melhores resultados e rápidas sessões e recuperações, pois estimula colágeno profundo com renovação também da epiderme.
“A combinação de tecnologias gerando estímulos diferentes na pele é o que promove os resultados favoráveis quando falamos em rejuvenescimento”, afirma a dermatologista Dra. Silvia Kaminsky, sócia da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

Diferenciais do tratamento:

O tempo de recuperação é menor quando comparado aos demais – até 2 dias
Melhora significativamente a flacidez de pele devido ao estímulo profundo do colágeno
A profundidade de ablação é de até 500 μm
Pode ser tranquilamente usado em peles claras e morenas
O efeito também é percebido em manchas e rugas
Procedimento é rápido, cada sessão dura cerca de 30 minutos
O protocolo é feito em quatro a seis sessões, uma a cada 15 dias, ou seja: são necessárias duas visitas por mês ao consultório
Pode ser feita em qualquer tom de pele pois não mancha.

A energia do aparelho é entregue para cada pino individualmente:

Há um maior remodelamento da derme, muita profundidade em menos tempo, fazendo com que o dano térmico seja mínimo

Aplicações da Radiofrequência Nanofracionada:

1. Flacidez de pele
2. Cicatriz de acne
3. Lesões pigmentadas
4. Melasma
5. Estrias
6. Poros dilatados
7. Linhas finas
8. Rugas
9. Rítides
10. Textura de pele

A modelo Winnie Harlow, uma inspiração para o mundo da moda.

A modelo que tem vitiligo postou essa semana em suas redes sociais a mensagem: “valorize sua beleza exclusiva hoje e todos os dias”. Se ame e ame ao próximo.
Confira seus cliques poderosos:

Como celular e computador estão prejudicando a sua pele

Uso contínuo dos aparelhos pode causar melasma, envelhecimento precoce e aumentar a acne

Achou que o sol e a poluição eram os únicos inimigos de uma pele jovem e saudável? Pois enquanto estávamos preocupadas com os danos dos raios UV e UVA e fumaças urbanas, outro inimigo silencioso está prejudicando a saúde da sua pele: os celulares, tablets e computadores, aparelhos mais comuns no dia a dia. Sempre associamos o aumento de pigmentação ou o envelhecimento da pele à exposição direta apenas aos raios solares. Entretanto, alguns estudos científicos têm comprovado que mesmo pessoas que dificilmente se expõem à luz solar direta podem ter suas manchas escurecidas, além de desenvolverem danos ao DNA das células da pele, tudo isso devido à exposição às luzes artificiais sem a devida proteção.

Luz violeta

E os gadgets podem estar conspirando para que sua pele envelheça mais rápido. Isso porque eles – assim como as lâmpadas LED – emitem luz violeta que é capaz de causar pigmentação da cútis e liberação de radicais livres. As telas emitem o componente azul da luz entre 380 e 500 nm também é conhecimento como luz visível de alta energia (HEV). Em particular, os comprimentos de onda azul violeta entre 380 nm e 440 nm são vistos como potencialmente prejudiciais e que podem levar a escurecimento da pele, melasma, e causar envelhecimento prematuro e rugas finas. As consequências da exposição à luz violeta podem ser mais cruciais ainda para quem já tem problemas de pigmentação, pele muito sensível ou clara.

Então mesmo para quem fica dentro de casa ou do escritório o dia todo, o uso de protetor solar é absolutamente necessário, já que ele ajuda a filtrar a luz violeta. Nossa pele deve sempre ficar bem hidratada e aplicarmos filtro solar 30 minutos antes da exposição aos aparelhos. No entanto, o protetor solar protege apenas da radiação ultravioleta e não do calor (radiação infravermelho), emitida pelos aparelhos, que também podem causar manchas. Quem costuma ficar muito ao telefone ou usar o computador no colo, deve tomar cuidado quando os aparelhos esquentarem. E se o dano já estiver feito? É possível reverter o quadro – se o caso não for o de melasma – com tratamento de peeling, laser ou luz pulsada.

Text neck

Outro problema que o Dr. Adriano Loyola (dermatologista e assessor do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia) aponta estar se tornando mais comum é o aparecimento de rugas no pescoço (uma área que já é geralmente mais esquecida na rotina de cuidados) devido ao hábito de abaixar a cabeça para escrever no celular ou tablet – o chamado “text neck”. A única forma de evitar as linhas, no entanto, é com reeducação postural. Quando estiver no computador, evite usá-o no colo e sempre tente suspendê-lo de forma que a tela esteja na linha dos olhos, evitando inclinação do pescoço. Além disso, na hora de manusear os gadgets, o ideal é apoiar o braço sobre a mesa, evitando a tensão dos músculos, tendões, ligamentos e discos articulares. Quem já percebe linhas na região, no entanto, pode contornar o problema lançando mão de produtos e tratamentos que estimulem a produção de colágeno, como ácido hilaurônico, radiofrequência e lasers, sugere o dermatologista.

Psoríase: mãe divulga fotos da filha para desmistificar doença

Como forma de diminuir o preconceito vivido por sua filha, uma mãe chamada Ashley Nagy (29) publicou uma série de fotos da menina evidenciando sua condição de saúde. A pequena Charlie,de um ano e cinco meses, tem psoríase, doença de pele bastante comum, que se caracteriza por lesões avermelhadas e descamativas.

Apesar de não ser uma doença contagiosa, Ashley nota que os pais impedem que os filhos tenham contato com Charlie por medo de contaminação. É importante alertar que a psoríase é uma doença crônica, autoimune – ou seja, em que o organismo ataca ele mesmo – não contagiosa e que pode ser recorrente.

Em entrevista ao site Daily Mail, Ashley disse que quando os pais afastam os filhos do contato com Charlie, costuma segurar a a pequena no colo e beijá-la, como forma de mostrar às pessoas que a doença não é contagiosa.

Além da falta de conhecimento em relação à psoríase, Ashley também disse que muitas pessoas já acusaram ela e seu marido de maus tratos, alegando que Charlie tinha queimaduras de sol na pele.

Os pais afirmam que não veem motivo para se envergonhar e esconder a filha do contato com o público. ?Não coloco roupas compridas nela, ela também usa shorts e não tenho vergonha disso, pois sei que ela é linda?, informou Ashley.

A mãe disse ainda que “a psoríase não define minha filha, porque ela tem uma personalidade tão grande – ela é engraçada e muito doce”.

Os médicos que tratam de Charlie acreditam que ela é uma das pacientes mais jovens com diagnóstico de psoríase.

Como forma de manter a doença controlada, Charlie precisa tomar banhos de duas horas, com óleos essenciais para combater a irritação na pele. Além ingerir alimentos sem glúten e sem lactose.

Ivete Sangalo realizou o sonho de ser mãe em 2009. A gestação não deixou apenas marcas no coração da baiana, mas resultou também em manchas na pele, típicas do período gestacional.

Ivete Sangalo

Ivete Sangalo realizou o sonho de ser mãe em 2009. A gestação não deixou apenas marcas no coração da baiana. A chegada de Marcelo, filho da cantora com o marido, o nutricionista Daniel Cady, resultou também em manchas na pele, típicas do período gestacional.
O efeito do tempo não a preocupa: “Não sinto a minha idade. Me acho mais bonita agora do que no início da carreira e isso tem a ver com a maturidade”, atribui. Plástica, ela também dispensa: “Só coloquei silicone e mesmo assim porque fui convencida pelas minhas amigas, não foi nem um desejo meu. Elas disseram: ‘Coloca peito que você vai ficar mais sensual e tal’. Então eu coloquei. Tenho resistência natural a isso, mas não condeno.”

O máximo que a cantora diz que faz é aplicar um ácido no rosto. “Tenho uma pele muito boa, mas quando eu tive meu filho a progesterona acentuou e deu umas manchas, o melasma. Depois de parir, quando eu voltei para o quarto, parecia um cachorro, toda manchada. Minha médica disse que eu teria aquilo pelo resto da vida. Logo eu, que saía de casa sem maquiagem. Procurei minha dermatologista e disse: ‘Estou a mulher-cachorrão, o que eu faço?’ Ela passou um ácido clareador. Mesmo tomando sol, nunca mais as manchas voltaram. O bisturi é intervenção e o clareamento não é? É, sim. Não deixa de ser uma condição da vaidade”, analisa a cantora.

Sobre estar na idade da loba, a musa do axé faz piada. “A loba já bombou, agora tem que andar em matilha, meu bem, porque sozinha ela não bomba mais. Eu nunca me droguei, nunca fiz nada que pudesse tirar o equilíbrio do meu corpo. Minha energia deve-se à saúde dele. Adoraria ter o abdômen dividido, mas não vai dar, não é da minha construção física. Então deixa quieto, pô!”, conforma-se.

Ivete Sangalo

Cuidados de Debora Secco para amenizar melasma

Em entrevista, a atriz Deborah Secco revelou que, há pelo menos 10 anos, não coloca os pés na rua sem filtro solar. “Tenho muito melasma e, desde que apareceu a primeira manchinha, aos 20 e poucos anos, tomo esse cuidado enorme de passar e repassar o protetor sempre”

Debora Secco

Aos 36 anos, ela vive indiscutivelmente, sua fase mais bonita. Após dar à luz sua primeira filha, Maria Flor, fruto do casamento com o bem-humorado (e dez anos mais jovem) baiano Hugo Moura, a atriz parece ter voltado no tempo – não por acaso, a marca de cosméticos L’Bel a fisgou para ser o rosto da Dermagie, linha antissinais que desembarcou no Brasil no segundo semestre.

A dica dela é preciosa: o protetor solar é recomendado a todos, mas é ainda mais essencial para quem tem melasma.

Debora Secco

Sobre uso de botox, a atriz comenta: “Eu já fiz para consertar uma diferença na sobrancelha. Já faço há alguns anos”

Sabe qual o melhor conselho de beleza que a atriz já recebeu na vida?

“Parece muito bobo, mas, se eu tivesse escutado ele há uns anos, com certeza eu estaria muito melhor, que é “não pegue sol”. O sol realmente é um grande vilão para a pele.”

Fernanda Souza revela truques e fala sobre seu melasma

Fernanda Sousa

Segundo ela, o problema se desenvolveu por ter se exposto muito ao sol sem filtro solar durante toda sua adolescência até agora. Os melasmas são manchinhas amarronzadas que surgem na pele e não tem cura definitiva. Saiba as causas, tratamentos e como se prevenir.

A ex-Chiquitita e atriz global Fernanda Souza contou em entrevista que tem melasma, mas consegue disfarçar as manchas através do uso de maquiagem.

Algumas de suas dicas de cuidado: “Tudo deixa a manchinha da pele mais escura. Por isso, uso bloqueador o tempo inteiro. Por sorte, amo o cheiro de protetor solar. Uso o fator 60”.

Fernanda Sousa

O tratamento é muito relativo, algumas pessoas após dois períodos de tratamento não desenvolvem mais os melasmas, mas, a maioria costumam desaparecer e após um tempo, reaparecem e devem ser tratados novamente. Filtro solar, ácido e peeling são os meios de se tratar o problema, se preferir, alguns tipos de lasers também ajudam, mas converse com seu dermatologista para saber qual é o mais adequado, para não acabar tendo efeito contrário e escurecer ainda mais a pele.